AEC – Expressões Artísticas
























Resultado:
















Os animais que lá viviam ficaram admirados, porque o gigante ao contrário dos outros humanos era bondoso e simpático para todos. Decidiram então nomeá-lo o ” guardião da floresta”.
Até que um dia…
(1.º, 3.º e 4.ºano da EB1 de Sezures)
…meter-se ao caminho em direcção ao Bosque Encantado. Lugar longínquo, onde, segundo reza a lenda, viveria um velho Feiticeiro, conhecedor de inúmeras plantas curativas e mezinhas para diversas maleitas.
Porém, muito longo e perigoso caminho os esperava. Viram seres fantásticos, árvores gigantescas e até falaram com um duende, muito simpático, que habitava o Bosque Encantado, a quem contaram a sua história.
Os três companheiros tinham chegado ao Bosque Encantado e sem demoras…
(1.ºano da EB1 de Corga)
…o duende foi chamar o Feiticeiro e contou-lhe a história dos três amigos.
Muito simpático, o Feiticeiro convidou-os a passar uns dias no Bosque Encantado.
Agradeceram e adoravam aceitar o convite mas não podiam. Anacleto, o “guardião da floresta” estava entre a vida e a morte e precisava urgentemente da cura.
O Feiticeiro sem demoras foi ao bosque colher plantas, preparou o xarope milagroso e…
(1.º e 4.º ano da EB1 de Castelo de Penalva)
desmaiou pois tinha-se picado num cacto venenoso daquele Bosque Encantado.
Os três amigos entram em pânico e começam a gritar por ajuda.
Eis que surge Belo, o filho do Feiticeiro. Assim que o viu, a chita Anita ficou perdidamente apaixonada por ele.
Leopoldo contou então a Belo o que tinha acontecido e ele ficou muito angustiado pois não tinha o dom de seu pai que agora também estava doente e receava não poder ajudar.
Entretanto…
(2º, 3º e 4º ano da EB1 de Vila Cova do Covelo)
…Belo, o filho do feiticeiro mandou chamar todos os habitantes do Bosque Encantado para uma reunião.
Rapidamente apareceram os animais, as fadas, os duendes e as bruxas, que se prontificaram em arranjar uma solução para curar o Feiticeiro e o Anacleto.
Depois de muitas horas de reunião para encontrarem uma solução, eis que aparece a bela Princesa Aurora montada no seu cavalo branco e …
(2ºe 3º anos da EB1 de Sezures)
Rapidamente, o Belo contou-lhe o que se passava.
A princesa Aurora lembrou-se do Dr. Nabiça, um experiente e famoso cientista que trabalhava na universidade de Coimbra.
Ela e o Belo dirigiram-se a esta cidade, à procura de um antídoto para reanimar o feiticeiro. Eles mostraram o cacto ao cientista. Este fechou-se no laboratório e investigou o caso…
(3.º e 4.º ano da EB1 de Roriz)
…Entretanto o Dr. Nabiça estudou a resposta…
…Precisava ainda de um pico de cacto.
O Dr. Nabiça procurou no laboratório e não encontrou. Depois de muito procurar pela casa conseguiu encontrar um que estava no armário dentro de um frasco vermelho, numa arca antiga, no sotão.
Levou o frasco para o laboratório para terminar a experiência e descobriu o antídoto.
Assim que encontrou a solução…
(2º, 3º e 4º ano da E.B.1 de Pindo de Baixo)
o imprevisto aconteceu.
Não é que então…
Dr. Nabiça, todo entusiasmado, deixou cair os seus óculos e tropeçando aqui, tropeçando ali, lá foi a solução para o meio do chão.
Dr. Nabiça muito triste…
(1.ºA EBI de Ínsua)
pegou numa seringa e com muito cuidado, lá conseguiu recuperar uma parte da solução.
Colocou-a dentro do frasco, entregou-a a Belo na esperança de este chegar a tempo e poder salvar o seu pai, o feiticeiro.
(1.ºB/2.ºB EBI de Ínsua)
Belo deu o xarope a seu pai e este recuperou.
Então, depois pegaram no xarope preparado pelo feiticeiro e logo correram a tentar salvar Anacleto.
Só que no caminho encontraram um dragão encantado….
(3.ºA EBI de Ínsua)
muito assustados, recuaram uns passos.
Não tinham muito tempo a perder, pois era a vida do «guardião da floresta» – o gigante Anacleto – que estava em perigo.
Entretanto repararam que o dragão se manteve quieto, mostrando que não era perigoso. Então surgiu-lhes a ideia de pedir ao dragão que os levasse rapidamente até à casa do gigante.
(2.ºC/3.ºB EBI de Ínsua)
Montaram no dragão e, de repente, ele abre umas enormes asas e começa a voar.
Rapidamente chegaram a casa do gigante Anacleto.
Deram-lhe o xarope por uma palha gigante e … passadas algumas horas ele começa a recuperar.
Ficaram tão felizes que resolveram comemorar.
(2.ºA EBI de Ínsua)
Convidaram todos os animais da floresta para uma grande festa cheia de animação.
Cada um levou um doce, tarte, gomas, pizzas, coca-cola, pipocas, panquecas, cavacas, batatas fritas, bolas de berlinde, caramujas e natas.
Durante a festa fizeram um concurso de dança, o Anacleto convidou o dragão para dançar. Mal começaram a dançar o dragão transformou-se numa bela e linda princesa. Logo o Anacleto ficou apaixonado por ela e pediu-a em casamento.
Desta forma Anacleto o «guardião da floresta» nunca mais ficou sozinho, tiveram muitos filhos e viveram felizes para sempre.
(4.ºA EBI de Ínsua)
FIM
A visita à feira do Queijo de Penalva do Castelo
Mónica

A tradição
Era uma vez três meninos chamados Joaquim, João e Sara. O Joaquim é o mais velho e o mais alto. O João e a Sara têm a mesma idade e a mesma altura, mas 5 centímetros mais baixo do que o Joaquim.
Eles ouviram que ia haver a Feira do Queijo em Penalva do Castelo. Quando lá chegaram o Presidente da Câmara disse:
– Caros senhores e senhoras, meninos e meninas, tenho pena de cancelar a feira, mas é que o circo chegou.
O João disse:
– Já viram! Tiveram de cancelar a feira que todos os anos fazemos!
A Sara referiu:
– Eu ouvi. Que irritante! Só porque o circo chegou.
O Joaquim também disse:
– Vamos falar com o Presidente da Câmara.
O João perguntou ao Presidente ao Câmara:
– Sr. Presidente, porque cancelou a feira por causa do circo?
O Sr. Presidente da Câmara respondeu:
– Porque o circo disse que vai fazer um espectáculo na nossa vila.
A Sara também perguntou:
– Será que podia falar com o Sr., Director do circo para mudar o dia do espectáculo?
O Presidente da Câmara respondeu:
– Vou tentar.
O Presidente da Câmara pediu ao Director o circo para mudar o dia do espectáculo.
O Presidente disse aos meninos:
– Consegui! O espectáculo vai ser amanhã.
Eles ficaram felizes.
O Presidente da Câmara declarou a Feira do Queijo de Penalva do Castelo uma tradição e abriu a feira.
– Chegámos ao fim da história e todos estão felizes a comer queijos e a fazer brincadeiras.
Jorge

A Feira do Queijo
Era uma vez uma menina chamada Maria. Ela é bonita, alta e tem os alhos azuis. A Maria tem um irmão chamado João. Ele é alto, magro e tem os olhos da cor dos da irmã.
Eles foram ter com o pai e gritaram:
– Papá, papá…
O pai perguntou:
– O que foi?
O João e a Maria disseram:
– Podemos fazer alguns queijos para a feira deste ano?
O pai referiu:
– Claro que podemos!
O João e a Maria ficaram muito contentes. Eles foram ordenhar as ovelhas e depois fizeram o queijo. Eles estiveram toda a tarde a fazer queijo.
Eles foram vender o queijo a Penalva do Castelo. Lá havia muita gente e compraram o queijo todo.
Bárbara
O DRAGÃO
Era uma vez uma menina que vivia na China na aldeia de Ra-Ta-Chum. A menina chamava-se Ching-Ling. Ela acreditava em dragões, por isso, o seu desejo era ter um dragão.
No fim da escola, Ching-Ling foi para a floresta. Ela andou, andou, até que chegou à Clareira dos Dentes de Dragão. Ela desejava muito que aparecesse o dono daqueles dentes. Ela espreitou atrás das pedras e encontrou um dragão pequenino. Ela levou-o para casa e guardou-o dentro de uma lata de bolachas com buraquinhos para o bicho poder respirar.
Alguns dias depois, a menina ficou doente e foi para o hospital. Ela levou o dragão dentro da algibeira atado num novelo da lã. O dragão aproveitava as noites para comer comprimidos.
Passados alguns dias, a Ching-Ling ficou boa e voltou para casa. Quando chegou a casa apercebeu-se que o dragão tinha comido imensos comprimidos para crescer, para dar inteligência e para acalmar a raiva. Ele ficou tão grande que passou a dormir debaixo da cama. A menina passou a ter boas notas e a arrumar o quarto para que os pais não entrassem no quarto dela e descobrissem o dragão. Inesperadamente, o animal viu a porta do quarto aberta e foi para a cozinha. Quando a mãe chegou, viu o dragão a descascar batatas com as garras. A mãe assustou-se e fugiu. Logo que o pai da Ching_ling chegou, viu o dragão a acender o lume. O pai fugiu a sete pés para junto da cerca do quintal. Quando a Ching-Ling foi à cozinha viu o dragão a apagar o lume e a embalar o bebé. Ela foi ter com os pais lá fora e disse-lhes que o dragão não fazia mal a ninguém, para eles entrarem e se sentarem à mesa que ele já tinha feito o jantar. Eles sentaram-se e o dragão serviu-os. O pai provou, a mão provou e disseram que a comida estava deliciosa.
Um dia, o animal levou a Ching-Ling à escola e os miúdos quando o viram foram dizer à professora que estava lá fora um dragão. A professora mandou-o entrar. Quando a professora viu o animal, desmaiou. Ele serviu de aquecedor, de parque infantil e de autocarro para os meninos da escola. A notícia espalhou-se por todo o mundo.
O dragão foi preso numa jaula.
O dragão estava farto de ouvir as pessoas a dizerem-lhe para dançar, para lhes acender os cigarros, das pessoas lhe fazerem caretas e de estar naquela jaula. A Ching-Ling entrou na jaula do dragão, por entre as grades. Ela abraçou-o e disse-lhe para se libertar. Ele queimou as grades da jaula com o seu fogo e foi em liberdade.
Rúben – 3.º Ano

Flávio – 3.ºano

Márcio – 4.ºano



























Os alunos



Os actores



O lanche


Foi muito divertido!!!!